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 Lizze Massy

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Annelize Louise Massy



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Data de inscrição : 20/07/2011

MensagemAssunto: Lizze Massy   Sex Jul 29, 2011 10:05 am

Annelize Louise Massy

1ª Parte – Ficha Técnica

Nome Completo: Annelize Louise Massy.
Idade do Personagem: 16 anos
Data de Nascimento: 01 de outubro
Nível: Aspirante
Filiação: Carmilla Stongh e Krisphir Massy
Raça: Puro-sangue
Vaga Especial: -
Varinha: Carvalho, rígida, de 18 centímetros
Classe: Druida
Ocupação: Estudante
Interesses: Concluir os estudos e poder ficar mais em contato com a natureza, aprender com ela e com seus instintos.




2ª Parte – Histórico do Personagem

Citação :
*pigarreio*

Ei, psiu?! É você mesmo! Sabe se eu estou no lugar certo?! É que disseram que eu tenho que contar minha história, mas eu não sei se é aqui... O QUÊ?

Você também não sabe?... Puxa vida...

Bem, já que não tem placa, vou contar para você mesmo! Ei, o que está fazendo? Não vai embora não, eu juro que vou contar rapidinho... Vai, por favor... Aí, ‘brigada!

Então, eu falei que ia ser rápida, então aqui vai: Sou Annelize Louise Massy, inglesa, lá do alto da Escócia... É, parece estranho, mas não é! Meus pais são bruxos de puro sangue, minha família tem algumas posses, eu tenho 16 anos e vim estudar magia em Hogwarts. Ah, tenho seis irmãos mais velhos também. E eu vim para Hogwarts porque eu quero ser uma grande feiticeira, pois tenho muita curiosidade para aprender as coisas. Pronto!

Viu, foi rápido, não foi? O QUE? Você quer saber mais? Ta bom, eu tentei fazer a versão resumida, mas você pediu mais, então, agora aguenta sentadinho aí!

Geralmente as histórias que contam deve ter algo do tipo: era uma típica manhã de sol, quanto eu nasci. Minha mãe e meu pai me amaram muito e escolheram meu nome com muito carinho e blá, blá, blá. Eu não gosto de ir pelo jeito comum, apesar de ser bastante comum. Eu sei, parece um paradoxo... Mas de que adianta eu inventar um dia perfeito para o meu nascimento se nem eu lembro como foi? Minha mãe já estava cansada quando eu nasci, isso ela conta. Disse que eu fui a que deu maior trabalho a ela, e eu não quero nem saber qual tipo de trabalho eu já dava naquela época. Eles ficaram felizes sim com meu nascimento, afinal, depois de seis meninos veio uma menina. Papai ficou radiante comigo, afinal, eu ia ser a princesinha dele. Bem que dizem que sonhar não paga!!!

Então eles me deram o nome de uma princesa, ou pelo menos assim eles pensaram: Annelize Louise Massy. Eles só não pensaram foi no tamanho e na perca de tempo que eu levo para me apresentar, por isso, eu mesma me renomeei para Lize. Outro motivo é que quando alguém me chama de Annelize, sobe um calafrio daqueles. Explico: é que Annelize sempre me lembra mamãe quando ia me dar bronca por alguma coisa que eu fazia. Não que eu fazia por mal, nem que eu fazia muitas coisas, mas sabe como são as crianças, sempre curiosas, sempre estabanadas, sempre querendo fazer novas descobertas. Então, eu fui uma criança levada, até mesmo porque eu tinha seis irmãos mais velhos.

É muito difícil conviver com seis irmãos mais velhos, primeiro porque eles já tinham seu time, já sabiam como brincar e tals, e bem, eu era a intrometida na história, a menininha que papai dava colo, que mamãe enfeitava e essas coisas de caçula. Mas eu queria brincar com eles, queria fazer o que eles faziam, e, sabem, eu sou determinada. Quando coloco algo na cabeça, pode esquecer que eu não mudo de ideia. Com jeitinho eu fui conquistando um irmão, outro, e no final, todos estavam brincando comigo de casinha...

Tá, brincadeira, porque eu não gosto de brincar de casinha. Boneca para mim servia só mesmo para uma desculpa, quando alguém vinha procurar o som daquele barulho ou o motivo daquele vaso estar espatifado no chão, eu estava lá, brincando com minha bonequinha Juju, em um mundo todo particular. Adultos são tão fáceis...

Mas eu fui crescendo e me tornando cada vez menos garota. Não que eu tenha mudado alguma coisa física ou mesmo de personalidade, mas é que eu me enturmava cada vez mais no mundo dos meninos, com as brincadeiras deles, com o jeito moleque de ser. Mamãe não gostava nada de ver sua princesinha toda arranhada, sem qualquer delicadeza para fazer qualquer trabalho manual.

Papai apenas ria dos pitis que ela dava quando eu chegava com o cabelo cheio de barro e a cara toda arranhada. “Querida, ela só está aproveitando a infância”, ele dizia para ela e recebia de resposta uma bufada daquelas. Mamãe era uma dama da sociedade. Foi criada pelos meus avós com os mais requintados modos. Ela sabia como ninguém se portar em todas as situações sociais, e era para ela ter se casado com algum aristocrata da moda, mas ela se apaixonou por papai, um bretão sem muitos modos, segundo vovó. Eles podiam brigar as vezes, mas se amavam muito, muito mesmo.

Meus seis irmãos era quase idênticos a papai e ela sonhava em ter uma menina para que ela pudesse passar todos os ensinamentos que haviam lhe dado, mas bem, eu não era bem muito parecida com ela, e um dia, quando eu tinha meus dez anos, a coisa ficou complicada. Mamãe com muito custo havia convencido papai a ir em uma festa de uma família muito rica, e da qual a família de mamãe era muito amiga. Ela estava radiante, escolhendo as roupas com todo cuidado, arrumando a todos.
Nesse dia eu tive que vestir um vestido cheio de babados. Quando me viu no vestido mamãe até chorou de alegria. Papai também estava muito contente com toda a família. Olha, a gente só tinha um jeito mais robusto de fazer as coisas, mas isso não queria dizer que a gente era sem educação de tudo. Mamãe sempre fez questão de nos ensinar bons modos, sabíamos nos comportar muito bem, segurar os talheres, beber, conversar, rir e a ficar calados nos momentos certos.

E assim fomos para a festa. Todos estavam muito elegantes e nossa família se destacou, primeiro pelo tamanho, claro, mas principalmente pelos bons modos. Todos elogiavam mamãe e papai pelos belos filhos. Enquanto os pais conversavam, as crianças brincavam umas com as outras, meninos com meninos e meninas com meninas. Isso para mim era a morte, mas eu fazia tudo para mamãe ficar feliz.

Eu estava toda quieta no meu canto quando uma garota chegou perto, junta com outras garotinhas. Elas vinha rindo para mim, e comentavam que tinham dó de mim. Eu obviamente perguntei porque, e elas disseram que os pais delas disseram que era um milagre os filhos dela saberem pegar num garfo, tendo em vista o marido que arrumou. Ah, aquilo subiu na cabeça. Onde já se viu falarem mal do meu pai?

Eu não aguentei e empurrei a menina gritando para ela retirar o que dizia. Ela ficou meio assustada, mas continuou a falar que mais coisas sobre a minha família, que meus irmãos eram sem educação e aquilo foi me irritando e eu fui falando cada vez mais alto para ela retirar o que dizia e por fim eu partir pra cima da garota. Ah, ela não sabia com quem estava brincando e eu ia mostar como que a gente “da roça” fazia.

Nisso chegou um monte de adulto para ver aquilo que acontecia e mamãe chegou bem na hora de me pegar rasgando a roupa da menina. Ela ficou vermelha, não, roxa de tanta raiva. Pegou-me pelo braço e me olhou com aquele olhar mortífero. Eu nem consegui falar nada, só chorar, enquanto a outra garota dizia que eu havia partido pra cima dela sem nenhum motivo. Ah, eu tinha um motivo sim, sua mentirosa.

Eu tentei partir pra cima dela de novo, mas mamãe me segurou e então eu comecei a contar a história entre um soluço e outro. Mamãe me abraçou forte e disse que aquele não era o modo certo de responder, mas que havia gostado, mas que mesmo assim eu ainda ia ficar de castigo. Falou alguma coisa para a mãe da garota e saiu me arrastando. No caminho para fora da casa ela foi pegando cada membro da sua família de volta.

Ela ficou em silêncio o caminho inteiro de volta e quando chegamos em casa ela conversou com papai e eu escutando tudo, afinal, eu era a grande “aberração social” da família. Mamãe contou o que aconteceu a papai e ele ficou revoltado, queria voltar na festa e dizer poucas e boas para os pais da garota e mamãe mandou ele ficar quieto.

_ Viu, é por isso que ela aprende essas coisas. Ela é uma dama, não pode sair por aí se engalfinhando com as outras pessoas, mesmo que tenha um motivo para isso. Desse jeito ela nunca arrumará um bom partido.

_ Como? Ela tem sangue nas veias, querida. Se fosse eu não escutaria em silêncio jamais. Eles vão ver, aqueles aristocratas de #$@. Quando precisarem de dinheiro que batam na porta de outro bruxo.

_ Eu também não gostei, mas ela não pode fazer isso. Ela é uma dama, e eu não criei uma filha para ela sair por aí se comportando que nem uma...

_ Uma?! - papai perguntou e agora ele estava vermelho.

_ Uma filha sem pais que lhe ensinem a se comportar - ela falou com voz baixa.

_ E o que você sugere?

_ Tia Gertrudes.

_ O que? - eu perguntei, pela primeira vez. _ Não mamãe... eu prometo que me comporto... por favor - eu implorava a ela, em meio a choros e rostinho amáveis. Tia Gertrudes era famosa pelas histórias que mamãe contava. Diziam que ela dava jeito em todas as damas que não queriam ser damas. Sem falar que ela tinha uma verruga e tanto na ponta do nariz.

_ Ok. Tia Gertrudes - papai falou, levantando os braços.

_ Papai, papai, por favor, não... eu vou me comportar, eu prometo - eu falava abraçado a ele.

E foi assim que tia Gertrudes apareceu. Era uma mulher séria, já com seus cinquenta e tantos anos, magra, com uma enorme verruga na ponta do nariz e óculos cor roxa no rosto. Ela chegou na outra semana ao do incidente e ficou conosco por tristes três primaveras.

Foram anos terríveis, em que vi minha vida se transformar como nunca. Aprendi a tocar piano, e essa parte não foi tão ruim assim, porque eu amo tocar mesmo. Aprendi a vestir apenas vestidos, o que é horrível. Prefiro usar calças mesmo, e aprendi a falar, andar, sentar, comer delicadamente, como uma princesa deveria.

Nesse tempo todo eu nem podia chegar perto de uma bola de quadribol, que eu gostava tanto de jogar, e voar na vassoura? era um sacrifício ter que voar a velocidades baixas, sentada só de lado na vassoura, e ainda segurando um guarda-sol delicadamente.

Quando tia Gertrudes foi embora eu queria dar uma festa, afinal, eu estava me livrando da verdadeira carrasca da minha vida, mas eu acabei chorando, afinal, era até divertido ouvir ela contar sobre como as mulheres se comportavam, ou deveriam se comportar. Permaneci educada para todos, e em todas as festas que íamos eu me destacava como personalidade. Mas quando ninguém estava por perto, eu aproveitava para dar algumas fugidinhas para a floresta que tinha na nossa propriedade. Lá eu voava como eu queria, a toda velocidade, jogava quadribol, corria, arranhava-me e treinava meus feitiços.

Eu gostava de ficar na floresta. Era confortável e me sentia sempre protegida. Acabei criando um laço forte com a natureza. Até plantar algumas plantinhas eu fazia e cuidava das árvores. Elas me ouviam, me viam e guardavam meus segredos mais profundos. Eram minhas amigas. Lá eu também lutava contra os meus medos, e treinava minhas habilidades de combate, afinal, eu não queria ser sempre a princesa que precisa ser resgatada. Credo de síndrome de Açucena

Por fim, chegou o tempo em que eu fui mandada para Hogwarts. Um mundo novo e pronto para ser explorado.




3ª Parte – Personalidade & Preferências


Bem, eu já disse que sou determinada. Essa é a minha principal característica. Mas também sou uma pessoa amável, feliz, brincalhona, delicada, mas também desastrada que só. Eu sou estabanada, principalmente quando estou em situações embaraçosas, e elas teimam em me perseguir. Adoro ouvir música, e amo tocar piano, mas sempre que posso, eu gosto de fugir para algum lugar isolado e cheio de plantas. Eu adoro ficar me contato com a natureza e sempre que posso, eu gosto de andar descalço, para sentir-me em contato com a terra, com a força que ela emana.

Gosto de conversar, e de jogar quadribol. Ah, como eu gosto de sentir a adrenalina percorrer meu corpo, de mergulhar com a vassoura até pensarem que vou me espatifar no chão e então subir novamente. O vento da liberdade é meu melhor remédio.

Com relação aos garotos, bem, eles para mim são as melhores companhias, principalmente porque não falam tanta abobrinha quanto as meninas. Me sinto bem na companhia deles, porque eles são simplistas e fáceis de lidar.




4ª Parte – Aparência & Pertences

Artista do Avatar: Elisabeth Harnois
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[center][img ] http://i.imagehost.org/0509/annelizebaile.png [/img][/center]


Eu sou loira, de cabelos longos e ondulados, de olhos claros. As vezes eles parecem azuis, outras verdes, outras parecem ter cor de mel. Acho que depende do meu estado de humor. Gosto de sorrir, e sempre estou sorrindo, principalmente quando estou arquitetando algo. Não sou muito alta, e odeio usar salto, vestido também, mas tenho que usar, vou fazer o que?! Adoro usar encharpes, amo de paixão mesmo, até mesmo porque eu sempre tenho alguns arranhões que não podem aparecer. Aliás, arranhões são o que não faltam em mim. Tenho um bem grande nas costas, que eu não gosto de mostrar para ninguém. A história dele?! Um dia eu conto.

Meus pertences que eu tenho são minhas malas, minhas roupas, uma album de fotos da minha família, o que inclui a tia Gertrudes, e uma medalha que mamãe me deu para sempre termos contato.





5ª Parte – Atributos & Perícias


Nível 6: 40 pontos
Constituição (CON) – 4
Força (FR) – 4
Destreza (DEX) – 4
Agilidade (AGI) – 5
Inteligência (INT) – 4
Força de Vontade (WILL) – 4
Percepção (PER) – 5
Carisma (CAR) – 3
Sabedoria (SAB) – 4
Riqueza (RIQ) – 3

Pontos de vida: (Constituição + força) x 3
(4 + 4) x 3
24

Iniciativa: (Inteligência + Percepção + Destreza) / 3*
(4 + 5 + 4) / 3
4*
*(arredondado para baixo)

Perícias: (nível x inteligência) + (idade/2)*
(6 x 4) + (16 / 2)
32

• Acrobacia - 1
• Armas brancas - 2
• Arte da fuga - 2
• Blefar (lábia) - 3
• Conduzir - 2
• Equilíbrio - 2
• Esportes - 2
• Fúria feminina (apenas para mulheres) - 3
• Furtividade - 2
• Idiomas - 0
• Intuir intenção/notar - 3
• Investigar/procurar - 2
• Lidar com animais - 2
• Lutar às cegas - 3
• Sedução - 2
• Sobrevivência – 1





6ª Parte - Níveis em Magia

Encantamentos - 1
Artes das Trevas - 1
Biologia Bruxa - 1
Combates - 2
Adivinhação - 1
Astronomia - 0
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MensagemAssunto: Re: Lizze Massy   Sex Jul 29, 2011 1:48 pm

Olá srta Massy!

Ficha técnica: Sugiro que, como Aspirante, a srta mude sua idade para 15 anos.
Histórico: Na época em que se passa o RPG o quadribol não existia e as vassouras ainda não eram usadas como veículo. Além disso, senti falta de mais informações sobre Hogwarts. De fato, é a primeira vez que Annelize vai para a escola, mas como foi a reação dela? Dos pais? Eles já tinham falado da escola alguma vez? Outra coisa. De acordo com as minhas pesquisas, o piano que conhecemos hoje ainda não havia sido inventado. A primeira referência que se tem sobre o instrumento é do sec XVII e XVIII. O mais próximo do piano que existia nessa época era o clavicórdio, se não me engano, o primeiro instrumento com teclas.
Personalidade & Preferências: Edite a parte do quadribol e do piano.
Aparências & Pertences: Hmm... A medalha a qual citou que usa para ‘manter contato’ com a mãe, não entendi bem essa parte. É uma medalha mágica?
Atributos & Perícias:

Citação :
Aspirante - é o nível 1. Todo aquele que entrou na escola tem obrigatoriamente que entrar nesse nível. Corresponde aos dois primeiros anos de magia. (...)

Os níveis não acompanham a idade. A senhorita entra na escola como Aspirante, ou seja, nível 1 (exceto aqueles que pegaram as vagas de Iniciante e Aprendiz, que já se esgotaram). Por favor, redistribua os pontos de acordo com seu nível.
Níveis em magia: OK


Quando todos os erros forem corrigidos, eu retorno neste tópico para terminar sua avaliação.


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Alexander Carragher



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MensagemAssunto: Re: Lizze Massy   Dom Nov 30, 2014 11:04 am

aaaaaaa
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MensagemAssunto: Re: Lizze Massy   Dom Nov 30, 2014 11:04 am

O membro 'Alexander Carragher' realizou a seguinte ação: Lançar dados

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MensagemAssunto: Re: Lizze Massy   Hoje à(s) 2:41 am

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